Velejar é preciso.

No final de semana retrassado, fomos. Regina, filha do Reiner, teve a idéia. Escolhemos o Ammersee, lago do rio Ammer. Duas horas (sem engarrafamento) de carro daqui. Dia lindo e limpo. E tivemos sorte. Sábado, sem muito vento, Reiner e Regina foram tentar a sorte no meio da tarde quando soprou uma brisa. E deu certo.
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Eu e mamãe ficamos curtindo o sol/sombra de um gramado a beiro do lago e as águas do lago.
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O domingo, sem vento. “Vai dar pra velejar?” Era a pergunta. Procuramos e encontramos alguém que ainda tinha veleiros para alugar e fomos lá. Deixei a máquina fotográfica no carro, pensando que íamos nos molhar inteiros. Chegamos lá junto com o vento. Forte. O rapaz que nos alugou o barco disse: ?Este vento começou há 10 minutos. Pode vir uma tempestade a qualquer instante. Velejem naquela direção (apontando uma) porque se vier uma tempestade e vocês estiverem na direção oposta, vocês não conseguem voltar.? Apesar do vento, o céu estava claro, só algumas nuvens podem ser vistas no final do lago. Colocamos a salva vidas na mamãe e zarpamos. Reiner e Regina manobraram o barco. O vento aumentou, depois diminuiu, voltou a aumetar, sumiu. Tempestade, não veio nenhuma. E todos adoramos estar ali, curtir o vento e observar a Regada de crianças, os velejadores em Catamarãs (Catamarãs). Uau! Que sensação deve ser manobrar um barco daqueles.
E não nos molhamos nada. O barco que recebemos era relativamente grande, com espaço suficiente até para dormir. Paciência. Tirar fotos fica para a próxima vez. Por que com certeza voltaremos mais vezes.

Depois da aventura, passamos a tarde à beira do lago, em um ?campo de banho? todo gramado, com bastante espaço para nos espalharmos ao sol e tomar banhos no lago.

No dia seguinte, lendo o jornal ao café da manhã, comentamos com mamãe os estragos que diversas tempestades fizeram em alguns lugares da Alemanha. E contamos que já durante o trajeto ouvimos notícias de previsão de tempestades para a região do lago Ammer e também o que o dono do barco nos disse ao nos entregar o barco. “Então tinha perigo de tempestade?” “Tinha.” ” Se eu soubesse não entrava naquele barco de jeito nenhum”. E como nós sabíamos disso, nos calamos. Tem hora que é uma sorte que Dona Toninha não entenda alemão. Ela adorou o passeio de barco!

E a semana passou depressa. Neste final de semana também ficamos quietos por aqui. Jardim, festa na casa de amigos e limpeza no Hard disk do nosso PC!

PS: Comentários fechados em: 29 de junho de 2006 para evitar Spams. Quer fazer um comentário? Escreva-me um e-mail.

Obrigada.

Comentários

angela 16.08.2004 – 11:54

Olá Rosangela e Dona Antonia,me apaixono pelas aventuras de vcs.
Que coragem! sou do signo de peixes mas tenho medo de muiiita água.
Küsse para as duas.

Alex Galvão 17.08.2004 – 09:58

Vim retribuir sua visita e agradecer pelas palavras gentis… Gostei de ver lindas fotos e os relatos de suas aventuras por aqui. PS: me deixou curioso… como descobriu meu diário perdido? Abraços carinhosos!

nora borges 18.08.2004 – 16:48

Rosangela, dona Toninha é muito linda! Fiquei muito contente com o seu comentário la´no blog dizendo que ela tinha lido toda a história do meu amor e que tinha gostado.
Dê-lhe mais dez beijos meus!!!
Seu blog está mais bonito desde que ela apareceu nas histórias. Uma beção de Deus voce porder curtir assim a vida com seu marido e sua mãae.
Beijos para você também.

Manoel Carlos 25.08.2004 – 13:05

Claro que Dona Toninha não teria ido, caso soubesse do risco, mas já que foi o relato, em Minas, será muito mais interessante.
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