Juro que…

…quero contar uma coisa alegre, mas não dá. Que não se compreenda que eu esteja triste eu entendo, mas não consigo mudar tão rápido. Poderia explicar a minha tristeza, mas não posso.

…que vou tentar fazer um post assim que der. Contar que há uma semana só chove e o sol não aparece, o que não ajuda nada a levantar o astral.

…que eu acho que estou com alergia de trigo! Pode?! Mas acho que é. Comi um capeletti básico anteontem e: não consegui dormir à noite com dor no estomago. Como já estava há 3 dias sem dormir direito (sempre acontece quando Reiner viaja por tanto tempo, mas desta vez, para somar, ele levou minha mãe), tive uma dor de cabeça medonha.

…que no dia seguinte a esta maravilhosa noite(ontem), além de passar mal quase o dia inteiro, chamando o Hugo de passagem, tive um torcicolo básico. Todo o meu lado esquerdo, do pescoço até a metade das costas, estava duro. Passei o dia entre correr pro banheiro e colocar compressas quentes nas costas.

…que enfrento com coragem estes dias de pesadelo. Mas fico sempre feliz quando eles passam.

…que não vou tornar rotina o ato de me lamentar. Não gosto.

…que estou melhor.

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O vaso na sala.

Dona Toninha voltou para o Brasil. A casa está triste. Eu estou triste. As últimas flores que ela trouxe do jardim estão tristes.
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por RosangelaE em Na Alemanha – 2 Kommentare

Comentários

angela 28.09.2004 – 14:39

Tb estou triste, mas nao deixe de dar notícias de D. Antonia, e sempre que falar com ela mande meus beijos.

Ainda nao chegamos a conclusao de que será bom para nós lá em USA, mas ainda estamos negociando com a firma de meu marido e considerando os prós e contras.
No momento tem mais contras…enfim darei noticias.
Beijos


Manoel Carlos 29.09.2004 – 19:17

Entendo que você fique saudosa, mas não triste.
Se você imaginar e lembrar do que foi esta passagem de Dona Toninha por aí, certamente ficará feliz em imaginá-la de volta às Gerais.
Você poderá visualizar o sucesso de suas estórias e observações, pois mesmo não tendo blogue, certamente Dona toninha terá muito que contar.
Haja café e pão-de-queijo para tanta conversa!

Provença francesa 3

No dia 02/09 ficamos em casa. No dia 03/09 voltamos pra estrada. Fomos à Aix en Provence e em seguida as vilas de serra: Ansouis, La Motte, Cucuron, Vaugines e Lourmarin.
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No dia seguinte (03/09) juntamos nossas coisas e colocamos o pé na estrada para mudar de casa. Tínhamos alugado uma outra casa, mais ao norte, para passarmos a segunda semana das nossas férias. No caminho subimos ao Mont Ventoux(1912 m). Por incrível que pareça a Dona Toninha teve mais medo de subir lá de carro do que quando esteve no Jungfraujoch (mais ou menos 3500m). Quase não se afastou do carro. E insistiu para que fossemos embora o mais depressa possível. Mas como sempre gostou de ter ido lá. Depois que descemos, claro.

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Gostamos demais da segunda casa que alugamos, mais ao norte, próximo mais ou menos 5Km de Grigan. Ela ficava em uma fazenda de lavanda e abricó. Bem mais afastada que a outra. Só ficamos com pena de termos lá na região chegado depois da colheita da lavândula. A casa tinha um piano e um cachorro. Assim tivemos um cachorro de férias. Um dia vou escrever mais sobre ele, o nosso Belau.
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No dia seguinte (05/09), estava bem quente e passamos o dia em casa. No final da tarde (5hs), depois do nosso almoço/jantar, eu, Reiner e Belau fomos até Grigan caminhado, por uma trilha que descobrimos (com setas) atrás da casa. E fomos bem confiados, porque Belau parecia bem à vontade com o caminho. Pensamos que ele nos levaria de volta para casa, caso nos perdêssemos. E de fato, erramos o caminho no retorno e tivemos de voltar e procurar pela trilha certa. Mas já estávamos perto da casa e a vimos ao longe, o que nos ajudou a encontrar o rumo mais rápido. Mas Dona Toninha já estava bem preocupada quando chegamos às 20:30hs.

Na terça-feira (06/09) só saímos à tarde para conhecer Orange.
No dia seguinte (07/09) fomos para o que, aos olhos da Dona Toninha, era uma grande loucura. E o que era pior, tínhamos de deixa-la sozinha para ir à nossa aventura: descer o rio Ardèche (http://www.inforoutes-ardeche.fr/portail_images/tourisme/Cartesud.gif) de canoa. O rio desce entre cânions em um nacional. Começamos dando um passeio pela cidade de Vallon-Pont-d’Arc. Depois procuramos uma empresa que alugava canoas. O nosso grande problema onde deixar a mamãe para que ela se sentisse um pouco menos insegura. Confesso que eu estava dividida. Afligia-me muito deixar mamãe sozinha, sabendo que o grande temor dela era: se nos acontece alguma coisa conosco, o que ela faz num país em que ela não fala nem entende uma palavra? Por outro lado, como deixar Reiner ir sozinho? O passeio não teria graça. E como ele disse: ?Nem sei se volto aqui um dia! E se voltar, daqui alguns anos, sabe-se lá se poderei descer o rio de canoa?? E as condições eram ideais: Verão, quando o rio tem pouca água e nos permitiria um primeiro contato com o esporte com certa segurança. Além disso íamos descer só 8km, o menos percurso disponível que podíamos fazer até em uma 1:5hs se não parássemos em lugar nenhum. Não tinha jeito eu tinha de ir com ele. Lá onde alugamos o barco, nos informarão que podíamos deixar mamãe em uma prainha perto da Pont d?arc, o lugar mais bonito do percurso por ser perto de uma ponte de pedras natural, e onde poderia fazer uma pausa durante o percurso para ficar com ela um pouco. E assim resolvemos fazer. Fomos deixar a mamãe na prainha. E quem disse que não somos sortudos/abençoados por Deus? Lá encontramos Helena, a única pessoa que falava português que encontrar durante toda a viagem na França. Helena, portuguesa, estava lá com Gil, seu marido francês e Otília a filhinha deles. Eles iam passar a tarde na prainha. E prontamente se dispôs a fazer companhia para mamãe. Fomos embora tranqüilos. Fizemos o percurso, paramos no prainha para ficarmos com mamãe um pouco e ela até deu uma voltinha de canoa com Reiner. Claro que ela dizia o tempo todo que não queria, que não ia, mas entrou na canoa por conta própria. E deu tudo certo!

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Algumas fotos feitas depois, dos miradouros na estrada à beira do rio.
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Na quarta-feira (08/09) só saímos para procurar um internet-café em uma cidade próxima ? em vão. E à noite veio o nosso susto. Acordei para ir ao banheiro às 1:30hs da madrugada e mamãe me chama. Ela tremia toda de dor: ao subir a escada tinha sentido um estalo no joelho (já estava notando alguma novidade nele desde sábado) e mal conseguido chegar sozinha até a cama. Eu achei que ela tinha quebrado a perna, já que ela tem osteoporose. Acabamos resolvendo leva-la para o pronto socorro. Mas onde? Optamos por Montelimar, a maior cidade que tinha nas proximidades. E tivemos de novo sorte. Havia placas para o centro hospitalar em todos os cantos. Fomos direto pra lá, ela foi atendida e medicada imediatamente. O primeiro alívio: a médica que a atendeu achava que ela não tinha quebrado a perna. Mas as outras possibilidades também não eram tão melhor assim. No final, só às 11hs do dia seguinte recebemos o diagnóstico: uma distensão no tendão do joelho. Coisa que podíamos tratar em casa. Contando assim rapidinho não dá pra dar dimensão do horror que foi, todos os quadros dramáticos que passaram na minha cabeça. Um pesadelo. Mas no final eu estava tão feliz, tão aliviada de ser uma coisa relativamente simples, que tudo o resto não tinha importância nenhuma.

Ainda ficamos um dia lá, descansando. No sábado tomamos o rumo de casa, passando pela Elsácia. Não é que Dona Toninha já quis dar suas voltinhas e ver algumas cidades do caminho?

PS: Comentários fechados em: 29 de junho de 2006 para evitar Spams. Quer fazer um comentário? Escreva-me um e-mail.

Obrigada.

por RosangelaE em Impressões de viagem.

Comentários

angela 18.09.2004 – 17:15

Nossa D.Antonia que filha e genro maravilhosos que a Sra.. tem,quanto carinho…adorei as fotos,as paisagens sao de se fazer sonhar….
Mas que susto hein? ainda bem que nao foi nada sério,mas imagino o quanto a Rosangela ficou preocupada,espero que agora esteja tudo bem….e novas aventuras virao.
Beijos para a familia
Angela

angela 28.09.2004 – 08:14

Hei! Cadê vcs meninas? Esta tudo bem?
Estou com saudades….

Rumo ao sul: Provença francesa 2

No dia 01/09 foi aniversário do Reiner. Visitamos Le Baux de Provence uma incrível vila medieval no alto de um platô e Arles, cidade onde Van Gogh morou em um período de sua vida. A arena antiga é imponente. De lá seguimos para Stes-Maries-de-la-Mer, cidade no coração de Le Camargue, uma reserva ambiental à beira mar. Fomos direto para a praia onde passamos a tarde. E entramos no mar, apesar de a água estar relativamente fria para nosso gosto (meu e da Dona Toninha). Para o Reiner a água estava em ótima temperatura. Dona Toninha ficou muito curiosa com um francês que chegou com macacão e botas de plástico, uma pá, um pneu vazio e uma peneira. ?O que ele vai fazer?? E foi lá investigar, antes mesmo de colocar o maio. E veio nos informar: ?Ele está catando minhoca para pescar.? De fato ele tirava a terra do borda perto das pedras e jogava dentro da peneira (agora dentro do pneu) e olhava. De vez em quando metia a mão lá dentro e tirava alguma coisa e guardava em um pequeno recipiente. Depois de trocar de roupa Dona Toninha voltou lá pra perto e ficou só espreitando, agora com água pelos joelhos. Mais tarde veio comentar: ?Coitado, ele consegue umas poucas minhoquinhas, bem mixurucas… Assim não vai pescar nada. Lá em Minas nós temos umas minhocas bonitas e grandes…? Mas depois, distraiu-se com a água do mar ? prefiro o mar às montanhas, já tinha nos dito, nem viu quando o sujeito foi embora.

Quando saímos de lá, fomos procurar um restaurante para um jantar especial para comemorarmos o aniversário do Reiner. Como estava cedo, fizemos reserva e ficamos andando pela cidade. As pessoas se aglomeravam ao lado da rua e era evidente de que ia acontecer alguma coisa. Esperamos. E de repente os carros de segurança anunciaram: ?É agora! Cuidado. Se afastem da rua.? E foi rápido: alguns touros passaram em disparada, ladeados por vaqueiros trajados a caráter. Os touros são muito comuns na região, assim como cavalos selvagens (ou semi-selvagens) e flamingos. Flamingos aos montes que vimos nos pântanos à entrada da cidade.

Depois fomos visitar a igreja local. O Reiner, sempre procura levar Dona Toninha a todas as igrejas que estão no nosso caminho. Uma igreja antiga e escura, cuja história impressionou muito Dona Toninha.

Aqui a história da igreja (e do nome da cidade), como aparecia no nosso guia turístico:

? As santas no barco

No ano 40 D.C., assim diz a lenda, os cristãos banidos da palestina, Maria Jacobea, irmã da mãe de Deus, Maria Salomé, mãe do apostolo João e Jakob, Lazaro (o ressuscitado) e suas duas irmãs Marta e Maria Madalena, tanto quanto Maximim, Sidonius, o cego que voltou a ver e Sara a serva negra das duas Marias, aportaram na costa perto da cidade hoje chamada Saintes-Maries (Santas Marias). Eles foram como cristãos banidos da Palestina e embarcaram em um barco sem vela sobre o mar. Na verdade Sara não deveria ter vindo junto, mas Maria Salomé jogou seu casaco sobre o mar, que endureceu e serviu como uma Jangada, através do qual Sara pode alcançar o barco. Este foi o primeiro milagre.

O pequeno grupo alcançou, graças a influencia divina, a praia onde hoje se encontra a igreja Saintes Maries. O grupo erigiu uma simples capela de pedidos em honra da mãe de Deus e logo depois se separou, para pregar a palavra de Deus. Marta foi para Tarascon, Masimim e Sidonius para Aix, Lásaro para Marselha; Maria Madalena isolou-se como penitencia para uma gruta (s.Massif de la Sainte-Baume). Só Maria Jacobea e Maria Salomé ficaram com Sara em Camargue onde foram enterradas no final de suas vidas.?

Dona Toninha nem podia imaginar a sorte (ou a graça) de ter tido o privilégio de ter visitado uma igreja destas. Tanto as duas Marias quanto Sara foram posteriormente consideradas santas.

Depois de um belo jantar voltamos para casa.

Mas como Reiner disse, neste dia eu estava de férias: esqueci a máquina fotográfica em casa. Portanto, sem fotos.

Pausa na narrativa de viagem: vou agora com mamãe para as Termas. Faltam somente dez dias para ela voltar para o Brasil e temos ainda tantas coisas para fazer… Portanto, não estranhem estes textos meio telegráficos das narrativas de viagem. Quero contá-los para vocês, mas Dona Toninha agora gosta deste registro detalhado, já que a memória já não é tão eficiente para guardar tantos detalhes e tantos nomes de lugares e acontecimentos. Este é o motivo principal que me detenho nesta narrativa mais ou menos minuciosa desta nossa viagem. Vou tentar terminar esta narrativa amanhã.

por RosangelaE em Impressões de viagem.

Rumo ao sul: Provença francesa.

Nosso destino: Provença francesa. Chegamos no final da tarde de sábado (28/08) na pequena cidade de St Andiol, próxima de Cavaillon, um pouco ao sul de Avignon. Tínhamos uma casinha alugada lá. A experiência de chegar em uma casa mobiliada foi nova para mim e pra minha mãe. E é uma sensação interessante. Tudo está lá e você chega e vai espalhando as suas coisas pelos cantos. A casa ficava em uma estrada asfaltada secundária de ligação de St Andiol com Cavaillon, a D29, atrás de um pomar de cerejas e outras frutas. Tinha um jardim gramado bem grande só pra nós. Depois de chegarmos saímos logo para fazer umas compras básicas de mantimento- em um supermercado grande em Cavaillon. Procuramos, em vão, um restaurante em St. Andiol para jantarmos ? o único estava fechado para férias, mas acabamos achando uma Pizzaria numa cidadezinha próxima. No domingo passamos o dia curtindo a casa, o gramado, a sombra o sossego e na no dia seguinte começamos nossas excursões para conhecer a região. Passamos a segunda-feira em Avignon, conhecida como a cidade dos Papas, porque no século XIV a cidade foi residência oficial dos Papas. Vistamos o castelo onde os Papas viveram, a catedral, os jardins ? de onde se pode ver o rio Rhône- e andamos pelas ruas antigas. Nove Papas viveram lá. Dona Toninha adorou.Ver e conhecer esta história.
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No dia 31/08, terça-feira, vistamos La Fontaine de Vaucluse, onde está a fonte do rio Sorgue e ficamos impressionados com a fonte do rio. Atualmente em um período de seca, o que nos permitiu chegar bem perto da fonte. Até Dona Toninha chegou lá perto.

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Visitamos ainda Gordes e Roussilon ? pequenas vilas medievais encostas das serras da região. Estas vilas nas serras são simplesmente mágicas. Dá a sensação de voltar a um passado remoto de nós mesmos.

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Encerrarmos o dia passeando por Apt, uma cidade um pouco maior, no vale.

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Rumo ao sul – parte 1.

No início das férias do Reiner (26/08) tomamos o rumo do sul. Dizer isto aqui na Europa significa: ir em direção ao sol. De onde ainda há sol. Choveu muito durante todo o dia. E a viagem seguiu lenta, sem pressa. Fizemos algumas paradas para esticar as pernas e atingimos nosso primeiro destino no final da tarde. Cidade: Beatenberg (1200m). Hotel: Dorint. Da janela uma paisagem incrível: as montanhas Jungfrau (4153m), Mönch (4099m) e Eiger (3970m) – desculpem  mas não sei os nomes em português, se é que há – eram  as montanhas à nossa frente. E abaixo delas o Thunersee (Lago de Thun, cidade na Suíça). Durante o percurso mamãe sempre dizia: „Rosangela, estamos subindo a serra, Rosangela” E eu: „Ô mãe, serra a gente tem em Minas. Estas aqui são montanhas mesmo.” No hotel, não cansava de admirar a paisagem e as pequenas mudanças de nuances de cor, o movimento das nuvens abaixo de nós e o lago lá embaixo escuro. „Corre lá no seu quarto e busca a câmara, Rosangela. Amanha não pode estar tão bonito assim”. „Que pena, amanhã, com o sol, não vai haver este contraste de cores verde. E não vai haver mais nuvens” „ ela já sabia da previsão de tempo para hoje: tempo bom, temperatura mais ou menos 20°C. Nem queria sair de frente da janela para ir à piscina ou jantar. Tudo desperdício de tempo que ela poderia ficar admirando as montanhas espetaculares à nossa frente.
dsc09301 No dia seguinte, 27 de agosto, seguimos de carro até Grund onde tomamos uma gôndola até a Montanha chamada Männlichen (2210m), de onde partimos para uma pequena caminhada de 1,20hs (fizemos em 2hs), descendo um pouco montanha abaixo, bem confortável. E, não posso deixar de dizer, maravilhosa, devido à paisagem deslumbrante.
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A caminhada nos levou até Kleine Scheidegg, onde tomamos um trem que nos levou até o pico da Jungfrau, Jungfraujoch, Jungfraujoch (3454m), próximo ao pico da montanha Jungfrau, o ponto mais alto da Europa que se pode subir sem escalar, bem explicado de trem. Nosso principal objetivo lá: fazer o batismo de neve da Dona Toninha. E foi devidamente feito!

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E claro que não ficou sem troco.
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E sentiu a sensação de caminhar na neve.
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Mas além disso, não só a Dona Toninha mas nós todos nos deslumbramos com a incrível sensação de olhar a paisagem tendo as nuvens abaixo de nós.

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E de lá se pode também ver a maior geleira de montanha do mundo, a Aletsch, que tem 14 km de comprimento.

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Dona Toninha com a geleira Aletsch ao fundo.

E também onde pode-se ver a geleira por dentro.
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E como a Dona Toninha reagiu a tudo isto? Ah, está é uma outra, muito mais longa estória, que vou deixar para contar depois. Mas, lembram-se da cara de alívio que ela fez depois da caminhada ao Teck (Expressão característica)? Pois assim esta cara se repetiu quando entramos de novo no trem para descer a montanha.

E no dia seguinte, 28/08 ? sábado, continuamos nossa viagem rumo ao sul. E dona Toninha foi se despedindo das montanhas enquanto podia vê-las.

PS: Esqueci de comentar que lá no Jungfraujoch a temperatura era de ?7°C. E Dona Toninha nem percebeu que estava tão frio!

por RosangelaE em Impressões de viagem.

Comentários

Manoel Carlos 12.09.2004 – 18:48

Coitados dos mineiros.
Quando Dona Toninha regressar, ai de quem falar de serras. Logo ela dirá: – isto é um montinho, serra de verdade é lá na Europa!
Imagino como ela descreverá a sensação de andar nas nuvens, ou melhor, acima das mesmas.
A paciência e boa vontade de vocês, isto sim, é o melhor presente que vocês poderiam ofertar a Dona Toninha.

angela 12.09.2004 – 19:35

É como disse o Manoel Carlos,as montanhas de Minas vao virar montinho…adorei o passeio,to anotando tudo,espero poder um dia fazer o mesmo roteiro….ó Deus!
Minhas meninas, provavelmente estarei me mudando para USA, mas depois eu conto.
Manoel nao consigo entrar no seu Agreste menino….

Recado breve.

Sim. Estávamos viajando. Chegamos há uma hora e bem.
Depois dou detalhes.
Abraços, rosangela

Domingo lento
Infelizmente não pude deixar aqui um pequeno recado de que estaria fora por uns dias: A nossa conexão com a internet, por um daqueles misteriosos motivos que não se consegue explicar, estava fora do dia anterior à nossa viagem. E mais ainda, lá pra onde fomos, embora ainda Europa, estava muito difícil encontrar um internet-café para deixar um recadinho aqui. Ficamos meio desconectados do mundo. Desculpem-me portanto. Mas logo, logo coloco o assunto em dia – enquanto o Reiner coloca a correspondência em dia, a Dona Toninha descansa, tricota ou escreve mais cartas, a máquina de lavar trabalha e o domingo corre nublado e sem pressa.

por RosangelaE em Conversa direta

Comentários

angela 12.09.2004 – 12:03

Que bom que vcs estao bem,e..passeando.
Sejam bemvindas….
Küsse