No sábado, no domingo

Sabádo. Só pra registrar: de manhã, antes de entrar no banho, senti, percebi e fiz um escândalo quando identifiquei um carrapato grudado na minha omoplata esquerda. Reiner tirou corretamente, com “cabeça” e eu guardei em um vidro ermeticamente fechado. Fizemos uma longa caminhada, 10 a 12 km, com um grupo de amigos.

Domingo. No jardim. Cortando e empilhando a lenha das árvores que cortamos em janeiro. E depois um pequeno churrasquinho.

Depois nos esperava uma esteira e um livro…

Segunda. Correndo. Volto por aqui na quarta, talvez.

Auto-retrato desfocado e ovelhas

É engraçado que antes não passava um dia em que eu não tirasse nenhuma foto. Hoje eu não tirei nenhuma! Mas ontem, tirei tantas… Até esta aqui de mim mesma na frente da cidade onde moro. O foco está na vila, claro, longe de mim.

Mas este não foi o meu melhor motivo de fotos ontem e sim este rebanho de ovelhas, mães e filhotes. Tirei ‘lhões de fotos deles. Agora tenho de apagar as que não gostei. Acho que fiquei meia hora perto do rebanho. No início elas até olharam pra mim, como nesta primeira foto. Depois elas me ignoraram completamente. Foi como se eu não estivesse lá. E olha que eu queria chamar a atenção delas porque acho mais interessante quando elas olham direto para a câmera. Eu chamava, tentava assobiar. E descobri que desprendi a assobiar… Desaprendi mesmo! Não sai som nenhum.

Amanhã é outro longe do PC. Mas com certeza com a câmera na mão.

Bom final de semana para todos que passarem por aqui!

Flores de maio – número dois

Aquelas flores de maio, quem plantou foi minha mãe quando esteve aqui em 2004. Ela trouxe uma folhinha de algum lugar em que estivemos juntos. Esta mania ela tem, desde sempre. Sempre que pode, carrega uma mudinha das plantas que ela gosta. E as flores de maio são ideais para carregar mudinhas. Basta tirar uma folhinha destas, colocar na terra e pronto. E melhor ainda, elas resistem muito tempo de transporte, sem problema. Esta aqui eu trouxe de uma viagem que fizemos de bicicleta, também 2004. Eu achei tão diferente da outra, que conheci minha vida inteira, que simplesmente tinha que trazer uma folhinha.

Ela, a planta mãe, estava sobre a mesa do café da manhã em um dos hotéis em que pernoitamos. Eu disse pro Reiner, “olha se ninguém tá olhando”, ele ficou bravo, se recusou. Nisto eu já tinha uma daquelas folhinhas na carteira. Juro, não prejudica a planta mãe. Mesmo assim acho que eu me senti meio culpada e a planta sentiu. Ou sentiu o calor das descidas e subidas na garupa da bicicleta. Fato é que só no ano passado, 3 anos depois de estar aqui em casa, ela floresceu pela primeira vez, enquanto a primeira já floresceu logo no primeiro ano. E agora vem esta floração linda. E de quebra já floresceu uma mudinha que eu tinha feito de uma folinha e que eu até já dei de presente pra uma amiga.

Mas agora ela está aí, a segunda, florescendo quase no mês de maio. Ao contrário daquela que floresceu em novembro.

Atualizando em 16.05.2008

Eu até já desconfiava, mas depois que a Salete deixou o comentário dela eu fui pesquisar (por flor de outubro) e descobri que esta realmente não é uma flor de maio. Ela é uma flor de outubro e, como a flor de maio, existe em diferentes cores! Eu nunca tinha ouvido falar desta flor.

O nome científico dela é: Rhipsalidopsis gaertneri

Quem quiser saber mais detalhes pode ler aqui, aqui ou aqui,  em inglês. E  em português aqui, aqui e aqui .

Eu não faço e não solto papagaio

…mas não perdemos nenhuma festa de pipa aqui da região. Como hoje o dia estava lindo, fomos lá.

E aproveitamos a festa de cores!

Clic nas fotos se quiser ver maior. E na próxima, e na próxima. Ou na anterior… :)