Prefiro a minha magrela.

Esta semana saímos um dia de bicicleta no final da tarde, rumo a Owen. Tanto Owen, quanto Kirchheim são cidades vizinhas à nossa que ficam a mais ou menos três quilômetros aqui de casa, cada uma em uma direção. Jantamos em um restaurante em que vamos sempre quando vamos de bicicleta para lá. O que foi mais gostoso, foi andar de novo com a minha bicicleta. Lá em Mecklenburgische Seenplaten, andamos de bicicleta alugadas e eu não tive muito prazer.

A primeira vez eu estranhei o breque de pedal – se você pedalar pra trás ela breca. Isto requer de mim muita atenção, já que eu costumo brincar com os meus pedais quando estamos em um declínio leve, por exemplo.

De uma outra vez a bicicleta que escolhi tinha uma marcha de menos o que exige muito mais esforço e tempo. Neste dia eu me distrai ao passarmos por um grupo de pessoas vindo em direção contrária, passei em cima de um galho liso caído no chão e cai em cima de uma cerca eletrificada. Eles colocam uma carga elétrica bem baixa que não provoca danos, mas não é nada confortável. Eu fiquei deitada, com bicicleta e tudo em cima da cerca caída, querendo me levantar depressa mas eu estava caída em um declínio, as pernas meio para cima e não era fácil levantar, ainda mais sem apoio, ou evitando me apoiar mais ainda em cima da cerca eletrificada. As pessoas da fila indiana me ajudaram – e levaram choque também. Todos gentis, muita conversa, por sorte sem grandes conseqüências para mim ou para as pessoas que me ajudaram – o Reiner, claro, já estava lá na frente e custou a perceber que alguma coisa acontecia.

Na terceira vez tomei mais cuidado ao escolher a bicicleta e não houve grandes problemas. Mas ainda assim, eu sinto uma grande diferença em andar na minha bicicleta. Pode ser só questão de costume, mas que eu gosto da minha magrela, ah, isto eu gosto mesmo.

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3 thoughts on “Prefiro a minha magrela.

  1. Que loucura!, eles eletrificam as cercas???
    Coisdilôco! Porcausdiquê? O que tem do outro lado?
    Não deve ser tão fraquinha assim, já que as pessoas
    que te ajudaram também levaram choque.
    Como tudo acabou bem, dei risada do seu relato :))))
    mas estou um tanto quanto indignada… :(
    Beijos, amiga

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