Marimbondo de bunda amarela

Segunda a Wikipedia o marimbondo-de-bunda-amarela, Protonectarina sylveirae é uma espécie brasileira de vespa social, que possui pequeno tamanho, que apresenta a parte terminal do abdome amarela. Também chamado por outros nomes bem maléficos. Parece que procede, dizem que a picada deste inseto é muito dolorosa e provoca uma reação alérgica bem forte. Segundo este artigo:

“SELETIVIDADE DE INSETICIDAS AProtonectarina sylveirae (SAUSSURE)(HYMENOPTERA: VESPIDAE), PREDADOR DO BICHO-MINEIRO DOCAFEEIRO. Leandro BACCI; Marcelo PICANÇO; Altair Arlindo SEMEÃO; Ézio M. da SILVA; Lessando Moreira GONTIJO.”

esta é uma vespa muito útil para o controle de pragas nos cafezais. Fiquei até com pena, mas aqui em casa, na nossa área de lazer, ela não tem nenhuma utilidade.

Não achei fotos dele na internet. As que consegui fazer não ficaram grande coisa, mas deixo aqui assim mesmo.

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Abraço apertado.

Um carrossel: é como está nossa vida nos últimos dois anos.  E um exercício enorme, gigantesco de desapego. Um dia você está aqui, no outro vai embora. Mais ainda: não temos data certa para nada. Tudo, mas tudo mesmo, está em aberto. Haja adrenalina!

Desde o começo do ano o stresse e as surpresas por aqui estão tão frequentes,  que eu, que não posso fazer muito pela situação, institui o abraço de 30 segundos. Bem apertado. E o melhor, o Reiner concorda. Antes dele sair de casa a gente se abraça longamente, bem apertado. A gente até se pega suspirando fundo. Dá uma revigorada sem preço. Embora ele não comente nada, sempre vem para o abraço sem reclamar. Para mim, posso atestar, faz um bem danado.

Posso recomendar.

Que nem alemão .

Ontem estava em uma sala de espera quando entra uma mulher acompanhada do filho. Tá cada vez mais difícil de avaliar a idade das crianças, mas acredito que aquele deve ter seus 5, 6 anos.  Não era muito educado. Deitou no sofá, mal deixou espaço pra mãe se sentar ao lado dele. De repente ele olha para os meus pés, aponta e pergunta pra mãe: o que é isto, mãe? Eu respondi: meia. Eu estava usando meias com uma sandália aberta e ele não entendeu. Achei bem divertido.

Apesar do calor, estou com uma pequena rachadura no canto do pé, aí o uso da meia. Tá, não precisava ser com sandália, mas…

Típico alemão.

 

 

Visita

A cachorrinha do vizinho vem me visitar quando foge. Antes conseguia com frequência. Aí ele fechou o buraco na cerca e ela nunca mais tinha aparecido. Hoje veio de novo. Senta-se debaixo da mesa e fica me olhando de longe. Linda. Dei água, fiz carinho, mas não deixo ela entrar dentro de casa com estas patinhas sujas. Já soube, nem sei mais o nome dela. Tão linda com esta carinha carente, toda sujinha, se coçando toda, sem parar. Corta o coração mas eu deixo ela ir embora. Lilica.

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Pensei em abandonar o blog sem nenhuma palavra. Não posso. Achei que ia escrever para sempre por aqui, mas resolvi parar. Acontece. Este é o fim do ilíquido. Pode ser que eu continue a escrever, mas muitos motivos afastam-me daqui. Um deles é o fato de que fica tão complicado atualizar o blog quando estou viajando – e vamos viajar bastante de agora em diante. Bobagem, as viagens não serão tão frequentes assim. Não precisam fazer conjecturas, eu estou bem. E se alguém quiser entrar em contato comigo, fique à vontade.

O texto em laranja não vaz parte da minha postagem inicial.

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“What we speake becomes the house we live in”

Dando o tom.

Ele dá o tom no pedaço. Literalmente. Quando entrei para inspecionar a madurez das jabuticabas, ele olhou bravo pra mim, cantou de galo esporeando o chão. Eu peguei um cabo de vassoura dando sopa por lá e apontei pra ele, bem demonstrativa. Ele entendeu. Deixou-me em paz.

O galo dá o tom, mas quem é responsável pelas surpresas são elas. As galinhas. Primeiro, enquanto me mostrava tudo no quintal, minha mãe descobriu um ninho que elas mesmas improvisaram. Depois, num outro dia, depois da ronda pelo quintal de manhã, minha mãe entrou na sala mostrando três ovos na mão: o indecifrável. Como é que, com apenas duas galinhas no quintal, ela colhia três ovos ao dia? Nem todo dia, é certo. Mas três ovos?  Talvez o galo dê mais que o tom.

O ninho:

A couve, parte 3

Ontem fez um frio de lascar por aqui. Só nos restava ficar em casa. Eu adoro. Transplantamos as pequenas mudas de couve para potinhos individuais. Só vamos plantar 12 mudinhas no quintal. Sobraram portanto, ‘lões de mudinhas que vamos ter de jogar fora. Se desse pra mandar pelo correio, juro que oferecia pra enviar pra quem quisesse…